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José Gomes: "Mais velocidade e movimentos de rotura"

José Gomes: "Mais velocidade e movimentos de rotura"

Em primeiro lugar, sabemos o que podemos esperar da Coreia do Sul: é uma seleção muito coesa e forte defensivamente. Não só pelas características dos seus jogadores, mas também, e sobretudo, pelo que conhecemos do selecionador: o Paulo Bento é um treinador muito organizado, que coloca as equipas a defender de forma implacável e, assim, tenho a certeza absoluta que vamos enfrentar um bloco defensivo coreano muito forte.

Para contrariar isso, Portugal tem de fazer a bola circular pelos três corredores com muita velocidade e tirá-la rapidamente da zona de pressão adversária. Os laterais - e insisto nesta ideia porque já estivemos um pouco melhor no jogo anterior, mas foi uma evolução tímida - têm de dar largura e profundidade à equipa. Mesmo com uma ou outra alteração na equipa, os nossos médios laterais/extremos têm todos características semelhantes e procurarão sempre mais o corredor central. É por isso que os laterais têm de procurar essa profundidade.

Os seis pontos conquistados nos dois primeiros jogos permitem a Fernando Santos fazer alguma gestão, mas já toda a gente assumiu, também, que o objetivo é garantir o primeiro lugar do grupo e evitar um eventual confronto com o Brasil logo nos oitavos. Assim, acredito que possa haver algumas alterações do selecionador, mas sempre com um olho no resultado. Mais do que ninguém, o corpo técnico da seleção vai fazer o melhor para o grupo e para o rendimento da equipa. Não temos o Nuno Mendes, mas há um substituto natural [Raphael Guerreiro], que já entrou no outro jogo, esteve muito bem e até foi titular na estreia frente ao Gana. Não vem por aí mal ao Mundo.

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