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Leão feroz abate águia em dérbi louco e conquista Supertaça

Leão feroz abate águia em dérbi louco e conquista Supertaça

O Sporting venceu, este domingo, o Benfica, nas grandes penalidades, e conquistou a Supertaça de futsal. Foi a 11.ª vez que os leões levantaram este troféu.

O Sporting conquistou a 11.ª Supertaça de futsal, ao bater o Benfica, e distanciou-se das águias no que ao palmarés diz respeito (Benfica tem oito Supertaças conquistadas). O eterno dérbi lisboeta só conheceu um vencedor após a decisão das grandes penalidades.

Depois de uma primeira parte jogada a alta intensidade, mas sem golos (0-0), o regresso do descanso mostrou duas equipas que, finalmente, ajustaram a mira.

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Com apenas um minuto jogado, Cavinato descobriu João Matos completamente isolado, que só teve de encostar para o primeiro do dérbi (21m). A resposta encarnada surgiu de forma imediata. Diego Nunes rematou rasteiro com a bola a desviar em Erick antes de trair Guitta. Estava feito o empate em apenas um minuto.

Mas o jogo estava ligado à ficha e a descarga de energia continuou a fazer balançar as redes. Como não há duas sem três, Erick voltou a colocar o Sporting em vantagem (2-1), em três minutos de jogo que valeram por uma parte inteira.

A partir daí, o Sporting assumiu o controlo e acabou por dilatar a vantagem, com Esteban Guerrero a rematar para uma baliza que estava deserta (3-1). Parecia tudo encaminhado para um triunfo tranquilo dos leões, mas sem que fosse previsível (tendo em conta o que estava a acontecer em campo), o Benfica reagiu de forma mortífera.

Aos 36 minutos, Rocha aproveitou as carambolas dentro da área do Sporting para reduzir a desvantagem e, dois minutos depois, aos 38, Arthur encheu-se de inspiração e fuzilou Guitta para deixar tudo empatado (3-3).

No prolongamento, a loucura voltou a tomar conta de ambas as equipas. Mas leia-se "loucura" no bom sentido. Depois do Benfica ter começado mais perigoso, acabou por ser o Sporting a adiantar-se (mais uma vez!) no marcador, por intermédio de Sokolov. Só que tal como no tempo regulamentar, as águias não baixaram os braços e chegaram ao empate apenas um minuto depois. Ivan Chishkala assumiu o protagonismo e, depois de uma excelente jogada individual, fez o 4-4.

Na decisão dos penáltis, Bernardo Paçó foi o herói ao defender duas grandes penalidades.

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