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Liga Portugal projeta sexto ano com resultados operacionais positivos

Liga Portugal projeta sexto ano com resultados operacionais positivos

A Liga Portugal reúne, esta sexta-feira, em assembleia-geral ordinária com um único ponto na ordem de trabalhos: apreciação, discussão e votação da proposta de orçamento e plano de atividades para 2020-21. A proposta da Direção da entidade presidida por Pedro Proença prevê um resultado operacional positivo de 1,075 milhões de euros, fruto de receitas superiores a 17,324 milhões de euros e gastos de 16,248 milhões.

Será, portanto, o sexto ano, tantos quantos os que Pedro Proença está na liderança da Liga Portugal, com resultados operacionais positivos, uma vez que as contas de 2019/20, que serão apresentadas excecionalmente em setembro, preveem um saldo positivo de 1,15 milhões de euros, valor superior ao que foi orçamentado no ano passado. Isto, apesar da pandemia que, como se sabe, levou à interrupção do campeonato do primeiro escalão durante três meses e encerrou a LigaPro a 10 jornadas do fim, com a Liga Portugal a disponibilizar um fundo de apoio a todos os clubes do segundo escalão.

Convém referir a imprevisibilidade destes valores referentes ao orçamento para 2020-21, uma vez que ainda se desconhece, por exemplo, se a Liga Portugal vencerá a batalha que se encontra a travar para devolver os adeptos às bancadas dos estádios dos dois escalões profissionais do futebol português. Esse e outros fatores relacionados com a pandemia da covid-19 podem eventualmente levar a uma retificação do orçamento no decorrer da próxima época.

No entanto, o rigor e profissionalismo financeiro da entidade dirigida por Pedro Proença está bem vincado nos quase dois milhões de euros positivos de média, a seis anos, nos resultados operacionais.

No que diz respeito a apostas-chave para a próxima temporada, a Liga Portugal prevê a continuidade de introdução de novas tecnologias nas competições, a formação contínua dos agentes desportivos; o investimento na promoção das competições e na internacionalização da marca da entidade, explorando novos drivers de receitas; o aumento do número de adeptos nos estágios e o "engagement" com os mesmos, em especial no território digital; a reestruturação dos modelos competitivos e, por fim, a adaptação do novo modelo de governação.

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