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Movimento “Benfica Vencer, Vencer” apela à suspensão de eleições

Movimento “Benfica Vencer, Vencer” apela à suspensão de eleições

Movimento pede ao presidente da Assembleia-Geral do Benfica para suspender o acto eleitoral de sexta-feira, por inexistência de condições de transparência.

Se forem respeitadas as ordens dos tribunais e restabelecidas a legalidade e a ordem democrática, o Movimento “Benfica Vencer, Vencer” garantiu que se apresentará às eleições, estatutariamente, previstas para Outubro.

"O movimento apela ao presidente da Assembleia-Geral, Manuel Vilarinho, para suspender o acto eleitoral de 03 de Julho para os órgãos sociais do Benfica", disse Rui Rangel, em conferência de imprensa realizada em Lisboa.

Para este elemento do movimento, o pedido de suspensão da votação justifica-se devido à inexistência de "condições objectivas e subjectivas" para a realização de eleições "livres, claras, transparentes, que respeitem os princípios democráticos".

João Varandas Fernandes, outro dos rostos do movimento, disse que, caso Manuel Vilarinho aceite suspender as eleições, esse será "um verdadeiro acto à Benfica".

"Se respeitarem as ordens dos tribunais está restabelecida a legalidade e a ordem democráticas", afirmou Varandas Fernandes, assegurando que, perante esse cenário (de suspensão da ida às urnas), o movimento avançará com uma candidatura aos órgãos sociais do Benfica nas eleições que assim se realizarão em Outubro, como determinam os estatutos do clube.

Rui Rangel admitiu que, em função do que acontecer sexta-feira (realização das eleições), o movimento sente-se no direito de "abandonar a posição neutral" que tem assumido até ao presente "e tomar medidas para defender a dignidade e o prestígio do Benfica", não afastando para isso o recurso à justiça.

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João Varandas Fernandes e Rui Rangel acusaram Luís Filipe Vieira, actual presidente e candidato a novo mandato à frente do clube, de ser "o único responsável" por "o Benfica estar a viver um momentos mais tristes e negros da sua história", sustentando que "todo o imbróglio jurídico" criado à volta das eleições de sexta-feira "foi criado de dentro para fora".

"O movimento demarca-se de qualquer responsabilidade ou ligação a todo este imbróglio júridico criado à volta das eleições", afirmaram.

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