Boavista - Nacional

Autogolo e expulsão tramam a pantera

Autogolo e expulsão tramam a pantera

Boavista sofre a segunda derrota seguida em casa. Nuno Santos marca na própria baliza, Javi García vê vermelho

A jogar sobre brasas, o Boavista voltou a perder uma das "finais" na luta pela sobrevivência, agora frente a um Nacional bem organizado e feliz. Há poucos dias, tinha sido o Gil Vicente a aplicar o veneno. A pantera, apesar de toda a entrega e vontade, pecou na decisão e encontrou uma muralha nacionalista formada por Pedrão, Nuno Borges e Rui Correia, o trio de centrais. A juntar a isto, o autogolo de Nuno Santos, num desvio de cabeça, perto do intervalo, colocou ainda mais pressão numa equipa que precisa de pontos como de pão para a boca.

À boa entrada do Nacional, o Boavista respondeu bem e teve aproximações perigosas junto à baliza de Riccardo, quase sempre após iniciativas de Ricardo Mangas, o melhor no lado axadrezado. A perder, o Boavista reentrou decidido e, na melhor ocasião, Javi García rodou à ponta de lança e atirou a bola com estrondo ao poste (56m). Com os avançados Elis e Yusupha sempre trapalhões, o Nacional foi segurando as pontas e ainda ficou mais confortável quando Javi García foi expulso. O espanhol, tão experiente, deu um "chega para lá" a Kalindi e viu duplo amarelo praticamente no mesmo minuto. Um erro que deixou a pantera reduzida a 10.

Até final, Yusupha e Sauer não aproveitaram o erro de Riccardo, que largou a bola na área, e o Nacional, que teve em Francisco Ramos um elemento cerebral, segurou os três pontos.

Veja o resumo do jogo:

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