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Nakajima: "Demorei um pouco a adaptar-me à realidade do F. C. Porto"

Nakajima: "Demorei um pouco a adaptar-me à realidade do F. C. Porto"

O jogador japonês considerou que a época dos azuis e brancos não começou da forma desejada e sente que o grupo é como "uma família".

A fazer a primeira época ao serviço do F. C. Porto, Nakajima tem sofrido altos e baixos mas, nesta fase, tem feito parte das escolhas de Sérgio Conceição, tendo ajudado a equipa a subir à liderança da Liga. Em entrevista ao jornal "O Jogo", o japonês confessou que demorou a "adaptar-se à realidade" dos azuis e brancos e elogiou a forma como o clube lidou com a Covid-19.

"É verdade que a época do F. C. Porto não começou tão bem como eu e todos imaginávamos e sinto que, pessoalmente, demorei um pouco a adaptar-me a esta nova realidade. Aprendi muito desde o início da temporada. No momento [em janeiro] em que estava a ter um ascendente de forma e a ajudar mais, lesionei-me. Atualmente, já depois da recuperação, sinto que voltava a atravessar uma fase boa, juntamente com a equipa, mas aconteceu este problema de saúde no mundo e tudo teve de parar. Também por isso fiquei obviamente triste com esta paragem, até porque tínhamos alcançado o primeiro lugar, que é a nossa posição natural. Por outro lado, fiquei a conhecer o clube ainda melhor e deixa-me muito orgulhoso ter escolhido estar num clube que sabe muito bem gerir situações como esta [Covid-19] desde os primeiros sinais de alerta", começou por dizer.

O Benfica chegou a estar na liderança com sete pontos de vantagem sobre os dragões, mas a equipa de Sérgio Conceição recuperou e está agora em primeiro lugar, com um ponto de vantagem. Um cenário que não surpreende Nakajima.

"Senti, desde o início, que este grupo é uma verdadeira família. Em qualquer situação, contei sempre com a ajuda de todos, treinador, restante equipa técnica, departamento de saúde e os meus colegas, que formam um coletivo muito forte. Por tudo isto, não fico surpreendido pela recuperação no campeonato. O compromisso, a certa altura, era o de que juntos e com muita crença iríamos chegar ao topo. Por isso, a mim não me surpreendeu lá chegar, porque conheço e sinto a força do grupo", acrescentou.

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