F.C. Porto

"Não sou dirigente e não olho para as cláusulas", diz Conceição

"Não sou dirigente e não olho para as cláusulas", diz Conceição

Na antevisão à partida com o Vitória de Setúbal, a contar para a Taça de Portugal (amanhã, 17.30 horas), Sérgio Conceição adiantou que apenas Pepe e Romário Baró estão indisponíveis, por lesão, e que conta com todos os outros elementos, entre eles Marchesín, Saravia, Uribe e Luis Díaz, que, recorde-se, foram afastados do jogo com o Boavista, por terem infringido o regulamento disciplinar.

"Vamos apresentar o 11 mais forte, tendo em vista os jogadores que trabalharam connosco na preparação deste jogo. É um desafio difícil, até porque não sabemos bem o que vamos encontrar. O Vitória tem treinador novo e, concerteza, haverá ideias novas e esquemas tácticos diferentes. Temos de nos focar na nossa equipa, pois é um jogo a eliminar e queremos muito chegar à final e ganhar. Este é mais um obstáculo nessa caminhada", disse o técnico portista.

A renovação de Fábio Silva e a cláusula de 125 milhões estão na ordem do dia, mas o tema é encarado com naturalidade por Conceição, que diz não sentir mais responsabilidade. "Sinceramente, não olho a isso. Não sou dirigente e não olho para os contratos ou para as cláusulas. Sempre disse que o mercado fica à porta do Olival e já demonstrei que para mim o que conta é o que os jogadores fazem no trabalho diário. Alguns jogadores acabavavam contrato e não foi por isso que deixaram de jogar comigo. E outros tinham contratos de quatro anos e não jogaram tanto. O Fábio é um menino que começou a jogar futebol a sério, entenda-se de alto nível, esta época e tem uma caminhada pela frente. Penso que com a estrutura que existe no F. C. Porto e a estrutura familiar que ele tem à sua volta as coisas podem correr bem, mas não são os números que definem a qualidade de um jogador".

Este ano, o treinador não recebeu o galardão "Dragão de Ouro", mas viu Marega, Fábio Silva e Romário Baró a serem distinguidos e a agradecerem o contributo do treinador na atribuição do prémio. "O meu Dragão de Ouro é vir para aqui trabalhar todos os dias. Sou apaixonado pelo que faço e trabalho numa casa que gosto muito. Gostei de ver a felicidade e alegria dos meus jogadores e o cumprimento que eles me deram é extensivo à equipa técnica e aos colegas, pois aqui somos uma família".

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