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No final da carreira, Sérgio Conceição prefere os títulos aos amigos

No final da carreira, Sérgio Conceição prefere os títulos aos amigos

Sérgio Conceição revelou num podcast que quando terminar a carreira, atribuirá maior importância aos títulos conquistados do que às amizades feitas no mundo do futebol.

"Sou muito exigente comigo, sou exigente também com quem trabalha comigo, com o staff, com os diversos departamentos que cooperam connosco e, depois, também com os nossos jogadores. Acho que isto é essencial para se ter sucesso. Quero acabar a minha carreira, se calhar, não quero ter muitos amigos, mas quero ter muitos títulos coletivos, que são os mais importantes. É por isso que luto", revelou Conceição em tom bem disposto, no podcast de Júlio Heitor que teve os humoristas Joana Marques e Ricardo Araújo Pereira como convidados.

A humorista, que é adepta fervorosa do F.C. Porto, confirmou que vai estar presente no Estádio do Dragão no encontro contra o AC Milan, para a Liga dos Campeões, e que será importante para os azuis e brancos garantirem a passagem à fase a eliminar. "Sem pressionar o Sérgio, tenho a certeza que vai correr bem", disse.

"Gosto dessa pressão dos bons resultados, faz parte do nosso dia a dia. O jogo com o Milan vai ser um jogo importante, dentro daquilo que são diferentes situações. A primeira é porque jogamos uma cartada importante naquilo que são as nossas aspirações para a passagem à próxima fase, depois também porque vamos ter um estádio que já pode estar, graças a Deus, completo e ter os nossos sócios, adeptos e simpatizantes a torcer no estádio completamente cheio. Portanto, esse é um jogo em que a Joana vai estar presente e certamente vai trazer essa sorte", explicou o treinador portista.

O "mau perder" de Conceição foi algo elogiado por Joana Marques, que pediu para que o técnico mantivesse essa característica. "Tem muito a ver com a nossa personalidade, o nosso caracter, aquilo que foi também o meu percurso de vida enquanto jogador e mesmo na minha vida pessoal, um percurso extremamente difícil, onde, para mim, diariamente, há que ser melhor do que ontem. Isto não é um chavão, é mesmo assim", justificou Sérgio Conceição.

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