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"No Name Boys" estudavam rotinas de adeptos rivais para os atacar

"No Name Boys" estudavam rotinas de adeptos rivais para os atacar

PSP deteve seis homens da claque não oficial do Benfica. Há vítimas que terão sido agredidas quase até à morte. Suspeitos tinham "manuscritos" com dados sobre dirigentes e comentadores.

Os elementos da claque não oficial do Benfica No Name Boys detidos, na quinta-feira, na Grande Lisboa estudavam a rotina de "adeptos rivais" para depois os atacarem "violentamente" em locais onde a probabilidade de terem "sucesso" fosse maior. Algumas das vítimas chegaram mesmo a correr risco de vida.

É essa, pelo menos, a convicção da PSP que, no âmbito da operação "Sem Rosto", apanhou seis suspeitos de terem participado, nomeadamente, numa rixa no final de maio, no Estoril, em que foi esfaqueado um adepto da claque do Sporting Juve Leo, e na agressão a murro e ao pontapé a dois adeptos leoninos no Lumiar, em Lisboa, cerca de uma semana antes. Num ano, terão sido agredidas, no total, mais de 20 pessoas.

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