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Taça de Portugal

F. C. Porto conquista a Taça de Portugal e a dobradinha

F. C. Porto conquista a Taça de Portugal e a dobradinha

Em cima do minuto 90, Jota atirou ao poste da baliza de Diogo Costa e até ao apito final as redes das duas balizas não voltaram a abanar. Aos dois golos do portista Mbemba, o Benfica reagiu com um de Vinícius, de penálti. Os dragões juntam a Taça de Portugal ao campeonato e conquistam a dobradinha.

Artur Soares viu uma falta de Diogo Leite sobre Rafa na área portista e apontou para a linha de 11 metros. Só com Diogo Costa pela frente, o avançado do Benfica não desperdiçou a oportunidade. O marcador assinala, agora, aos 84 minutos, 2-1 para os dragões.

Para trás ficam dois golos do central congolês. O segundo, novamente na sequência de um lance de bola parada. Desta vez foi a defesa dos encarnados que ficou "a dormir" e permitiu que Chancel Mbemba ficasse sozinho perante Vlachodimos, cabeceando para o segundo da partida.

O defesa central do F. C. Porto aproveitou uma saída em falso de Vlachodimos para adiantar os dragões no marcador, logo a abrir a etapa complementar. Recorde-se que, nessa altura do golo inaugural, os portistas já jogavam com menos um elemento do que o Benfica.

Luis Díaz foi expulso, com duplo cartão amarelo, quando faltavam sete minutos para o fim da primeira parte. Por protestos a decisões de Artur Soares Dias, Sérgio Conceição também recebeu ordem de expulsão antes do fim do primeiro tempo, igualmente por acumulação de amarelos.

O F. C. Porto até foi dominador durante grande parte do primeiro tempo, mas os minutos finais foram penalizadores, devido aos vermelhos a Luis Díaz e Sérgio Conceição. Veja o lance que valeu o segundo amarelo ao avançado portista.

No seguimento deste lance, Sérgio Conceição viu o primeiro amarelo e, pouco depois, foi expulso, igualmente por protestos. Antes de deixar o banco, o treinador do F. C. Porto ainda se dirigiu de dedo em riste ao 4.º árbitro, Manuel Mota.

O primeiro lance de perigo da partida pertenceu ao F. C. Porto, que assumiu de início o controlo das operações, por intermédio de Jesús Corona. Valeu Vlachodimos.

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