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Os relatos arrepiantes dos jogadores sobre a invasão em Alcochete

Os relatos arrepiantes dos jogadores sobre a invasão em Alcochete

São arrepiantes os depoimentos que jogadores e elementos do staff do Sporting prestaram à GNR, no Comando Territorial de Setúbal, no dia das agressões em Alcochete.

Jogadores e elementos do staff do Sporting deram às autoridades o testemunho sobre um dos dias mais negros da história dos leões e do futebol nacional. Socos, pontapés, estaladas, cintos, empurrões, tochas, ameaças, caras tapadas e alvos definidos são só alguns dos muitos factos que foram relatados à GNR, segundo divulgou o jornal "Expresso".

Bas Dost, um dos mais visados nas agressões dos cerca de cinquenta adeptos que invadiram a academia, contou que um homem encapuzado lhe deu com um cinto na cabeça, o que o fez "cair no chão", onde continuou a ser agredido. Além do choque e do terror, há um facto comum em todos os testemunhos: quem invadiu o balneário de Alcochete agiu "em bloco" e "de forma organizada" e ia já com os alvos bem definidos: Battaglia, Acuña, Rui Patrício e William Carvalho.

Os argentinos contaram que foram rodeados por seis indivíduos e que, enquanto eram ameaçados de morte e insultados, foram agredidos "com murros na cabeça e no tronco". William Carvalho afirmou que foram atiradas várias tochas para dentro do balneário e que sofreu agressões de "três indivíduos", que lhe deram "socos na zona do peito".

O colombiano Freddy Montero contou que os invasores "forçaram a entrada no balneário" e que ouviu os agressores perguntarem por Acuña e Battaglia. O avançado relatou ainda que foi agredido com duas estaladas e que não sofreu mais represálias porque Palhinha se agarrou a ele, protegendo-o.

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