P. Ferreira - Portimonense

Descida à terra com empate lisonjeiro

Descida à terra com empate lisonjeiro

Algarvios colocam ponto final na série de seis vitórias seguidas dos pacenses, que fizeram o jogo 700 na Liga

Entre os muitos méritos por detrás do grande campeonato do Paços de Ferreira também está o de tirar dividendos pontuais dos contextos menos favoráveis. Como ontem, no duelo em que o Portimonense foi quase sempre superior, criou mais e melhores oportunidades. Foi sem fazer muito por isso, portanto, que os pacenses acumularam a nona jornada consecutiva sem perder e acabaram o jogo 700 na Liga com um mal menor. Seis vitórias seguidas depois, um empate lisonjeiro.

Em relação aos outros méritos da boa equipa de Pepa, ontem viram-se pouco, seja a defender seja a atacar. O Portimonense pegou no jogo desde o apito inicial e a primeira parte, pela menos até aos 40 minutos, quando um vendaval de vento e granizo obrigou Manuel Mota e interromper o confronto, só teve lances relevantes junto à baliza de Jordi.

Do intervalo, veio um duelo mais dividido, com o relvado, entretanto ensopado, a prejudicar um jogo que já não estava a ser nada de especial. Pepa apostou em dois avançados, Paulo Sérgio também remodelou a frente de ataque e nos últimos 20 minutos só não houve golos por acaso. Dener, à boca da baliza, rematou por cima, tal como Henrique e Douglas Tanque, que desaproveitaram situações prometedoras. O nulo era mesmo para manter e quase perto do fim foi Marco Baixinho, em cima da linha, a negar a felicidade que o Portimonense merecia. Bem-vindo à terra, Paços!

Veja o resumo do jogo:

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