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Para ir à final four, seleção dos milhões precisa de ser Schick

Para ir à final four, seleção dos milhões precisa de ser Schick

Portugal procura três pontos em Praga para decidir tudo com a Espanha. Checos têm um avançado perigoso, mas a equipa das quinas vale o triplo.

Três meses e meio depois, República Checa e Portugal voltam a defrontar-se, desta vez em Praga, num jogo que a seleção de Fernando Santos está proibida de perder, sob pena de chegar à última jornada sem hipóteses de discutir com a Espanha, na terça-feira, o apuramento para a final four. Se "nuestros hermanos" ganharem hoje à Suíça, a equipa das quinas tem de somar pontos na capital checa (na prática, um ou três será igual, pois ficará sempre obrigada a vencer os espanhóis no último jogo), de preferência com uma vitória que atire para trás das costas o desaire sofrido na Suíça, na jornada anterior desta Liga das Nações.

Os checos têm um reforço de peso em relação ao onze que apresentaram quando perderam em Alvalade (2-0), em junho passado, pois Patrik Schick, que na altura estava lesionado, está agora de volta às opções do técnico Jaroslav Silhavy e será um dos perigos apontados à baliza lusa.

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