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Páscoa indigesta para os leões reabre luta pelo título

Páscoa indigesta para os leões reabre luta pelo título

Desde 1995/96, só por uma vez o comandante deixou escapar o título a oito jornadas do final.

Pela primeira vez na temporada, o Sporting perdeu pontos em duas jornadas consecutivas e o campeonato, que parecia decidido a favor dos leões, voltou a ficar surpreendentemente em aberto. A vantagem, que era de 10 pontos, passou a ser de seis, o suficiente para todas as possibilidades estarem sobre a mesa. A seis e a nove pontos, o F. C. Porto, segundo classificado, e o Benfica, terceiro, impulsionados por um excelente momento de forma, ganharam um novo fôlego com os tropeções do rival. Terá a equipa de Ruben Amorim cedido à pressão ou é uma crise momentânea de resultados? A resposta começa a ser dada na sexta-feira, quando defrontar o Farense, mas até ao momento, a ceia da Páscoa continua sem ser digerida pelo Sporting.

Apesar da tremideira, a estatística do futebol português defende com unhas e dentes a atual condição do Sporting: desde 1995/96, época em que cada vitória na Liga começou a valer três pontos, só por uma vez o líder não conseguiu gerir a vantagem, a oito jornadas do fim. Aconteceu em 2012/13, no célebre ano do "remate de Kelvin", quando o Benfica, líder do campeonato, sucumbiu a um golo do avançado brasileiro nos descontos, o qual deu o título ao F. C. Porto.

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