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Pelotão com novos hábitos ambientais

Pelotão com novos hábitos ambientais

Ciclistas do Grande Prémio JN são incentivados e premiados por terem preocupação ecológica em prova.

Acompanhando as crescentes preocupações da sociedade com o ambiente, também o ciclismo tem implementado medidas e regras para combater a poluição e controlar os resíduos deixados na estrada. O Grande Prémio JN foi ainda mais longe nessa premissa, e nesta edição instituiu a camisola do mais ecológico, que premia, todos os dias, o corredor com mais consciência ambiental.

"Evito deitar o lixo fora. Entrego nos carros dos comissários e das equipas, ou então guardo até deixar nas zonas específicas definidas pela organização", explicou Francisco Pereira, que na etapa desta sexta-feira foi o portador da camisola roxa, que distingue o mais ecológico.

O jovem da equipa Sicasal/Miticar/Torres Vedras considera que está a haver "uma mudança de mentalidades no ciclismo, e que a preocupação ambiental veio para ficar", partilhando uma das ações cada vez mais frequentes. "Agora, em vez de descartar os bidões na estrada durante a prova, reunimos os vazios e vamos ao carro trocar pelos que estão cheios", explicou Francisco Pereira.

O jovem ciclista considera que o incentivo de ir ao pódio final envergar a camisola do mais ecológico "é também importante para os patrocinadores, sobretudo das equipas sub-23, que têm menos visibilidade".

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