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Pinto da Costa: "Já tinha sido assumido que o F. C. Porto teria de gerar muito mais receita"

Pinto da Costa: "Já tinha sido assumido que o F. C. Porto teria de gerar muito mais receita"

O presidente do F. C. Porto fez um balanço do mercado de transferências, sublinhando que o clube azul e branco acrescentou elementos de "indiscutível valor" ao plantel.

O mercado de transferências encerrou na semana passada e o F. C. Porto terminou com um saldo positivo superior a 57 milhões de euros, tendo sido o clube português que mais faturou. Esta quarta-feira, na revista "Dragões", Pinto da Costa abordou o mercado, sublinhando que o clube azul e branco "teria de gerar mais receita do que despesa".

"Já tinha sido assumido, na sequência da não participação na Liga dos Campeões da temporada passada e do impacto do confinamento e das medidas que se lhe seguiram no mundo do desporto, que neste verão o clube teria de gerar muito mais receita do que despesa. Tendo em conta a queda nos últimos meses da quantidade de transações por valores significativos, isso podia não ser fácil, mas mais difícil seria conseguir fazê-lo sem colocar em causa a competitividade da equipa. Felizmente, foi isso que aconteceu", começou por referir o presidente dos azuis e brancos, abordando ainda as últimas contratações: Sarr, Felipe Anderson e Grujic.

"Conseguimos chegar ao dia 6 de outubro mantendo a esmagadora maioria dos atletas que mais contribuíram para a conquista da dobradinha da temporada passada e ainda lhes juntámos mais alguns de indiscutível valor, em todas as posições do campo, uns mais jovens e outros mais experientes, uns mais conhecedores da realidade portuguesa e outros com um percurso internacional relevante. As expectativas para o futuro, por isso, não podiam deixar de ser as melhores", concluiu.

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