Caso Marega

Pinto da Costa: "Mais do que racismo, foi prova de estupidez"

Pinto da Costa: "Mais do que racismo, foi prova de estupidez"

À chegada ao Tribunal da Relação do Porto, onde vai ser ouvido por videoconferência como testemunha sobre o ataque à academia do Sporting, Pinto da Costa reiterou "solidariedade total" com Marega, que no domingo abandonou o relvado depois de ter ouvido insultos de cariz racista.

Reforçando as qualidades de Moussa Marega enquanto jogador e ser humano, o dirigente portista disse que não foi pela atitude de domingo, que considerou "digna" e justificável, que Marega "passou a ser importante" para o clube, lembrando que, no final do ano passado, o maliano foi galardoado na gala "Dragões de Ouro".

Sobre o incidente em causa, Pinto da Costa disse que foi "uma atitude infeliz". "Foi uma maneira de atingir o Marega, porque o Guimarães também tem jogadores de outras raças e não foram ofendidos. É evidente que foi lamentável, têm de ser castigados exemplarmente para que não volte a acontecer, mas, mais do que racismo, foi uma prova de estupidez", disse o presidente dos azuis e brancos sobre o incidente de domingo, durante o Vitória S. C. - F. C. Porto, que motivou o avançado maliano a abandonar o jogo.

Pinto da Costa vai ser ouvido durante a tarde, por videoconferência, a pedido do dirigente do F. C. Porto, na qualidade de testemunha arrolada pela defesa de Bruno de Carvalho.

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