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Pré-época com 40 jogadores? A nova dor de cabeça dos treinadores

Pré-época com 40 jogadores? A nova dor de cabeça dos treinadores

A pré-época é sempre um momento especial na caminhada das equipas e, cada vez mais, os grandes clubes optam por incluir muitos jogadores nos estágios. Do Benfica ao Liverpool são vários os exemplos de uma nova realidade que parece ter vindo para ficar. Venha perceber o que Manuel José, João Henriques e Tiago Moutinho, todos eles treinadores portugueses, acham sobre o assunto.

Jogos fora do país (muitos deles em continentes diferentes), equipas técnicas totalmente distintas do ano anterior e um momento de alta pressão, em que para muitos jogadores é o tudo ou nada de integrar o plantel da equipa principal. As pré-temporadas são mesmo assim: um misto de desafios em constante renovação e que, nos dias que correm, tendem a originar mais dores de cabeça aos treinadores.

Este ano foi a vez do Benfica surpreender. Roger Schmidt, que assumiu a pasta para a temporada 2022/23, levou 38 jogadores para o estágio dos encarnados em Inglaterra. O número de envolvidos, que contempla juniores e jogadores da equipa B, causou burburinho entre os adeptos dos vários clubes portugueses, no entanto, acaba por não ser algo exclusivo. Por exemplo, Jurgen Klopp, técnico do Liverpool, e também ele de escola alemã (tal como Schmidt) fez questão de incluir mais de 30 jogadores na comitiva que levou para a digressão pela Ásia. Algo comum ao seu par da Premier League, Erik Ten Hag, que apesar de ainda não contar com Cristiano Ronaldo na preparação do Manchester United, também decidiu ter à disposição 31 jogadores para avaliação.

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