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Radiografia: Caminhos de F. C. Porto e Sporting em busca do golo

Radiografia: Caminhos de F. C. Porto e Sporting em busca do golo

F. C. Porto é especialista em marcar de bola corrida e Sporting tem queda para festejar para lá do minuto 90.

Depois de três jogos com apenas um golo, marcado por Soares na primeira mão da meia-final da Taça de Portugal, F. C. Porto e Sporting protagonizam, esta sexta-feira o quarto episódio do clássico em 2017/18. Os dragões encaram a partida com o conforto dos cinco pontos de vantagem e o melhor ataque da competição, enquanto a equipa de Jorge Jesus prepara a visita à Invicta com um enorme ponto de interrogação em cima do melhor marcador da equipa - Bas Dost -, sem Gelson Martins e a certeza de que nada está perdido até ao apito final do árbitro.

Sérgio Conceição comanda uma autêntica máquina de golos. Além de ter o melhor ataque do campeonato - 66 golos -, o F. C. Porto apresenta registos idênticos (em todas as competições) aos de Paris Saint-Germain e Manchester City, as equipas mais concretizadoras do Velho Continente.

Em relação aos que foram marcados na Liga portuguesa, há um pormenor que salta imediatamente à vista. Dos 66 golos portistas, a grande maioria (53, que representam 80%) foram obtidos em jogadas de bola corrida, valor que baixa para 68% quando se analisam a forma como o Sporting tem concretizado neste campeonato. As duas equipas aproximam-se nos golos obtidos através de lances de bola parada (cantos e livres), com uma ligeiríssima vantagem dos verde e brancos (18,7%) em relação aos azuis e brancos (18%). O caso muda de figura quando o assunto são grandes penalidades. O F. C. Porto teve apenas duas a favor no campeonato e converteu uma (1,5% do total de golos) enquanto o Sporting já concretizou cinco castigos máximos, que representam 10,4% dos 48 tentos marcados.

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A forma como os golos foram obtidos mostra semelhanças estatísticas bem curiosas, com o pé direito a ser a principal arma das duas equipas (57,5% do F. C. Porto e 56,2% do Sporting), seguida pelos remates de cabeça (21% e 22%) e com o pé esquerdo (21% e 18,7%).

Em relação ao momento da festa, o F. C. Porto marca mais na segunda parte (54%) do que na primeira (46%), enquanto o Sporting faz crescer essa estatística. Os leões marcaram 39% dos tentos até ao intervalo e 61% no segundo tempo, com a particularidade de terem festejado seis golos para lá do minuto 90.

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