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Rio Ave - Boavista, a promessa furada sem a inspiração

Rio Ave - Boavista, a promessa furada sem a inspiração

As duas equipas não foram além de um empate sem golos. Os dois adversários revelaram pouco acerto nos momentos decisivos.

Sem conseguir cumprir a promessa do técnico Mário Silva, que tinha garantido, na antevisão do jogo, uma vitória sobre o Boavista, o Rio Ave saiu vergado pela consistência defensiva das panteras e castigado pela sua parca inspiração ofensiva, numa partida em que nulo final eleva para três o número de jornadas consecutivas que ambos os conjuntos não saboreiam um triunfo na Liga.

Apesar de tudo, os vila-condenses até foram a equipa que mais fez para inverter essa tendência, pisando, desde cedo, terrenos mais avançados e pressionando um adversário que no seu último reduto foi irrepreensível, mas que não teve condizente ambição no ataque.

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Assim, não surpreendeu que as mais claras de chances de golo, no primeiro tempo, pertencessem aos locais, nomeadamente num desvio de primeira de Gelson Dala, que o guardião dos axadrezados, Léo Jardim, respondeu com a defesa da noite.

No segundo tempo, a toada manteve-se, com um Rio Ave sempre mais atrevido, mas sem conseguir materializar o ascendente em finalizações. O Boavista, apesar de mais recuado, ainda chegou a gelar o adversário, a cinco minutos, do fim, quando Nuno Santos, vindo banco, teve a melhor oportunidade do jogo, após cruzamento de Elis, mas desperdiçou-a, com a baliza à mercê, atirando contra o corpo do guardião Kieszek, fazendo o nulo arrastar-se até o final.

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