Rio Ave - P. Ferreira

Um mal menor a espantar as crises

Um mal menor a espantar as crises

Fábio Coentrão liderou reação vila-condense, resgatando a igualdade frente a um Paços que entrou melhor no jogo

Um empate em jeito de "mal menor" foi o que Rio Ave e Paços de Ferreira tiraram do duelo nos Arcos, numa partida em que ambos dividiram períodos de maior fulgor em cada uma das etapas e, no final, acabaram por cumprir os objetivos mínimos.

Os castores, bem mais acutilantes no primeiro tempo, conseguiram quebrar um ciclo de quatro derrotas consecutivas, que começava a beliscar o sonho europeu, enquanto o Rio Ave, apesar somar o sétimo jogo sem vencer, viu premiada a boa reação no segundo tempo, com um importante ponto na luta pela permanência.

Os vila-condenses até foram os primeiros a ameaçar, com uma entrada dinâmica, mas não demoraram a ser enredados por um adversário venenoso nas saídas para o contra-ataque, método utilizado para arrancar a vantagem, por Zé Uilton, aos 39 m, e ainda espreitar o 2-0 antes do intervalo.

No descanso, Miguel Cardoso apelou à superação e potenciou-a com duas mexidas, recebendo em troca uma equipa com atitude renovada, embalada com um golo cheio de raça de Fábio Coentrão, aos 49m.

O Paços acusou, então, a reação, recuou e expôs-se à tentativa de reviravolta do Rio Ave, mas viu os anseios do adversário diluírem-se com a expulsão de Ivo Pinto, por protestos, já na ponta final, fazendo o empate prevalecer. Na sequência do vermelho, António Silva Campos, presidente do Rio Ave, também foi expulso.

Veja o resumo do jogo:

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