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Ronaldinho Gaúcho é prisioneiro da bebida

Ronaldinho Gaúcho é prisioneiro da bebida

Antiga estrela brasileira enfrenta problemas de dependência alcoólica, agravada após a morte da mãe, no mês passado, vítima da covid-19.

Já foi o melhor do Mundo, era dono de uma capacidade técnica fenomenal e soma um palmarés invejável entre os craques do futebol. Mas como nem todas as histórias têm um final feliz, Ronaldinho Gaúcho não é hoje falado pelas melhores razões e está, alegadamente, dependente do álcool. O astro brasileiro já viveu melhores dias e tem agora uma rotina bem diferente daquela que mostrava enquanto brilhava nos relvados. Desde a morte da mãe, vítima da covid-19, a 20 de fevereiro, Ronaldinho sofre de uma depressão e terá encontrado refúgio no álcool.

O "rei do drible", como era conhecido, sempre viveu no limite e coleciona uma série de polémicas e problemas com a justiça. Desde o início da carreira, com 17 anos, noitadas, festas e álcool eram presença assídua no dia a dia do ex-jogador do Barcelona, mas nunca afetaram o talento do jovem, eleito melhor jogador do Mundo pela FIFA em dois anos consecutivos (2004 e 2005). Até hoje.

Após a perda da mãe, de quem era muito´próximo, tudo piorou e o problema parece estar a tomar proporções incontroláveis. "Todos os dias são de festa. Ronaldinho começa a beber de manhã, vodka, uísque, gin, e apenas acaba na madrugada seguinte", confidenciou ao jornal "Lance" um dos amigos próximos do futebolista, que se têm revelado preocupados com o rumo que a vida está a tomar. No início deste ano, o ex-médio anunciou o lançamento de um filme biográfico e no teaser, já divulgado, descreve-se como "o homem mais feliz do Mundo".

Ex-atleta esteve preso durante 171 dias por falsificação de documentos

Em março de 2020, o ex-futebolista, de 40 anos, foi detido durante uma viagem ao Paraguai. Ronaldinho foi apanhado a utilizar passaportes falsos num hotel onde estava hospedado, em San Lorenzo. Consigo estava o irmão e empresário, Roberto Assis, ex-jogador de Sporting e Estrela da Amadora, que também foi preso. Durante a detenção, aceitaram pagar uma multa de 150 mil euros para a suspensão do processo, com medo que o sucedido "pudesse arranhar a imagem de Ronaldinho". Porém, poucos meses após sair em liberdade, continuou a faturar milhões em campanhas publicitárias.

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