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Rui Silva assumiu o risco e Sara Madeira ainda não acreditava

Rui Silva assumiu o risco e Sara Madeira ainda não acreditava

O risco assumido em impor um ritmo acelerado desde o início da corrida foi o segredo da vitória do português Rui Silva na final dos 1.500 metros dos Europeus de atletismo em pista coberta.

"Se a prova fosse muito lenta corria o risco de perder no 'sprint' final. Assumi o risco de impor o ritmo logo de início para evitar que a parte final da corrida fosse muito rápida", explicou Rui Silva aos microfones da Antena 1.

Depois de um período menos feliz e marcado por lesões, Rui Silva voltou à ribalta internacional, com a conquista da terceira medalha de ouro nos 1.500 metros em Europeus de pista coberta, depois dos títulos de 1998 e 2002.

Nos Europeus de 2000, Rui Silva tinha conquistado uma medalha de prata, mas na distância dos 3.000 metros.

"Esta vitória foi bastante importante, sobretudo pelo que eu passei nos últimos anos. Consegui chegar aqui e cumprir o meu objectivo. É difícil descrever este momento", confessou Rui Silva logo depois do êxito nos 1.500 metros.

Por seu turno, Sara Moreira, que tinha conquistado, na corrida anterior à de Rui Silva, a medalha de prata nos 3.000 metros, ainda estava incrédula com o título de vice-campeã europeia.

"Ainda não acredito no feito que consegui. Era apenas um sonho. Algo que eu queria muito, mas não passava de um sonho. Estou bastante feliz", rejubilou a atleta portuguesa.

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Sara Moreira admitiu não estar à espera de ter pernas para acompanhar o ritmo das atletas da frente, pelo que a surpresa ainda foi maior.

"Consegui acelerar com as minhas adversárias. Não estava à espera de conseguir acelerar daquela forma", explicou a atleta portuguesa.

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