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Saída de Luís Freire do Nacional é a 12.ª "chicotada" da I Liga

Saída de Luís Freire do Nacional é a 12.ª "chicotada" da I Liga

Luís Freire deixou hoje o comando técnico da equipa do Nacional, atual 15.º classificado da I Liga portuguesa de futebol, após seis derrotas consecutivas, protagonizando a 12.ª 'chicotada' da edição 2020/21.

O técnico, de 35 anos, chegou à Madeira na temporada transata e conduziu o Nacional à I Liga, ao ocupar a primeira posição no momento da interrupção do campeonato devido à pandemia de covid-19.

A saída acontece após seis derrotas consecutivas, a última das quais na sexta-feira frente ao Gil Vicente (2-0), que deixam a equipa no 15.º posto da tabela, com 21 pontos.

Jorge Silas tinha protagonizado em 8 de março a 11.ª "chicotada" da competição, deixando o comando técnico do Famalicão, depois de apenas seis jogos à frente da equipa atual 17.º e penúltimo classificado da I Liga de futebol.

Em dois comunicados quase simultâneos, o Famalicão deu conta de ter chegado a acordo para a saída do técnico, mas também de já ter encontrado o seu sucessor, tendo a escolha recaído em Ivo Vieira, que, em fevereiro, deixou os sauditas do Al Wehda.

No mesmo dia da saída de Silas, após o jogo da jornada 22, o Marítimo dispensou o treinador Milton Mendes, que à oitava ronda tinha substituído Lito Vidigal.

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Interino durante 14 jornadas, Milton Mendes, que deixou a equipa na última posição da liga, foi substituído pelo espanhol Julio Velázquez, que assim voltou ao futebol português depois de ter orientado o Belenenses, entre 2015 e 2016, e o Vitória de Setúbal, em 2019/20.

Milton Mendes, que antes de assumir o cargo orientava os sub-23 insulares, sucedendo a Sérgio Vieira na lista de abandonos, após este ter deixado o Farense em 1 de fevereiro, quando foi rendido por Jorge Costa.

No mesmo dia, João Pedro Sousa tinha saído do Famalicão, também devido aos maus resultados, sendo depois rendido por Jorge Silas, que apenas resistiu seis jogos à frente dos famalicenses.

No início do ano, em 2 de janeiro, César Peixoto abandonou o Moreirense, apenas dois meses após assumir a equipa, uma saída pedida pelo próprio treinador, de 40 anos, que tinha rendido Ricardo Soares.

Esta saída seguiu-se à de Mário Silva, que, nesta mesma 11.ª jornada e cinco meses depois de ter assumido o comando do Rio Ave, protagonizou a sexta saída de um treinador da I Liga.

Mário Silva foi substituído interinamente por Pedro Cunha, que após quatro jornadas e a eliminação da Taça de Portugal, frente ao secundário Estoril Praia (2-1) foi substituído por Miguel Cardoso.

Antes, já tinham saído Tiago Mendes do Vitória de Guimarães (terceira jornada), que pediu a demissão e foi rendido por João Henriques, Rui Almeida do Gil Vicente (sétima), entrando Ricardo Soares, e Lito Vidigal (oitava).

Vasco Seabra, que deixou o Boavista à nona jornada, tendo Jesualdo Ferreira regressado aos "axadrezados", assumiu o comando técnico do Moreirense, na 11.ª jornada, sucedendo a César Peixoto, que já tinha substituído nos minhotos Ricardo Soares (sexta).

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