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Se a seleção falhar o Mundial, o país paga fatura económica

Se a seleção falhar o Mundial, o país paga fatura económica

Quando a equipa das quinas disputou a prova na Rússia em 2018, o impacto na economia de Portugal foi de 400 milhões

A derrota com a Sérvia provocou um tsunami no futebol português e interrompeu um período de enorme estabilidade, que começou com a chegada de Fernando Santos ao cargo de selecionador, em outubro de 2014. Dependente de um play-off para chegar ao Mundial, a possibilidade de falhar a prova acarreta, desde logo, duas consequências: a saída de Fernando Santos e um impacto negativo na economia do país.

De acordo com estudos feitos pelo IPAM (Instituto Português de Administração de Marketing), a conquista do título no Euro 2016 permitiu a entrada de um valor a rondar os 600 milhões de euros na economia portuguesa, montante que baixou para 400 milhões no Mundial de 2018, já que Portugal foi eliminado nos oitavos de final. Em causa está o consumo em casa, na restauração, a publicidade, as apostas online e as viagens de avião. "Uma grande prova faz sempre aumentar os fluxos financeiros. Quantos mais jogos Portugal fizer, mais a economia lucra", explica, ao JN, Daniel Sá, diretor do IPAM, porque o futebol é um desporto de massas e com forte impacto em determinados ramos de atividade como o comércio e a restauração.

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