F. C. Porto

Sérgio Conceição: "Se não ganharmos, teremos as pistolas e fisgas apontadas"

Sérgio Conceição: "Se não ganharmos, teremos as pistolas e fisgas apontadas"

Treinador projeta clássico com Benfica e desvaloriza, por completo, o saldo positivo nos confrontos recentes. "Isso não conta para nada, vale zero", diz Conceição.

O F. C. Porto leva quatro vitórias consecutivas sobre o Benfica e um novo triunfo garante um recorde, pois na história dos clássicos nenhuma equipa obteve cinco triunfos consecutivos sobre o rival. Sem surpresa, Conceição desvaloriza. "Espanta-me a importância que dão a essas estatísticas e o que está para trás. Para nós, jogadores e treinadores, isso não conta nada. A história do jogo somos nós que a vamos escrever (...) Se não ganharmos, vamos ter logo as pistolas e fisgas apontadas. Futebol é resultados, o que está lá para trás não conta".

O médio Otávio terá testado inconclusivo à covid-19, mas o treinador não dissipou, por completo, as dúvidas: "Não percebi como veio à baila esse assunto, mas espero ter todos os jogadores disponíveis para o jogo. Essa é uma questão para o departamento médico".

O F. C. Porto foi sujeito a horas extras na eliminatória da Taça com o Nacional (2-4 após prolongamento) e o técnico reconhece que isso pode pesar na condição física, mas não serve de desculpa: "Fizemos 122 minutos, chegámos às três da manhã, mas não vamos deixar de ir a jogo por causa dessas situações. Devíamos ter feito três ou quatro golos nos 90 minutos. Não fizemos, mas garantimos a passagem aos quartos. Preferia ter uma semana limpa para preparar o jogo, mas é o que é".

O JN desafiou o técnico a arriscar o onze do Benfica, como fez há duas temporadas, mas, desta vez, Conceição por não fazê-lo, embora tenha desenvolvido o assunto: "Até podia adiantar dois onzes, porque depende de algumas situações. Um jogador pode implicar duas mudanças, creio que percebem o que estou a dizer, porque um jogo de futebol é feito de relações e duplas".

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