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Sete dirigentes da FIFA detidos na Suíça

Sete dirigentes da FIFA detidos na Suíça

Sete dirigentes da FIFA foram detidos, na Suíça, a pedido da Justiça norte-americana que solicitou a sua extradição para que sejam julgados por corrupção.

A operação foi levada a cabo pela polícia suíça, nas primeiras horas do dia, no luxuoso hotel Baur au Lac, nos Alpes, onde os dirigentes se reuniam para o seu encontro anual.

Segundo o jornal "The New York Times", depois de pedirem as chaves na receção, os agentes dirigiram-se aos quartos para realizar as detenções. Pelo menos dois homens saíram do hotel sem algemas.

Em causa estão suspeitas de corrupção nas duas últimas décadas, envolvendo os concursos para acolher os Mundiais de Futebol, bem como negócios de marketing e transmissão de jogos, de acordo com três agentes com conhecimento direto do caso.

O diário afirma que a investigação representa uma ameaça ao presidente da FIFA, Joseph Blatter, apesar de este não ter sido acusado.

As detenções ocorreram no mesmo dia em que o Departamento de Justiça dos EUA indiciou nove dirigentes e cinco parceiros da FIFA, acusando-os de conspiração e corrupção nos últimos 24 anos.

Entre os detidos estão o antigo presidente da Confederação Norte-americana de Futebol (Concacaf) Jack Warner, de Trinidad e Tobago; dois vice-presidentes da FIFA, o uruguaio Eugenio Figueredo e Jeffrey Webb, das Ilhas Caimão; o paraguaio Nicolás Leoz, ex-presidente da Confederação da América do Sul (Conmebol); o brasileiro José María Marín, o costarriquenho Eduardo Li, o nicaraguense Júlio Rocha, o venezuelano Rafael Esquivel e Costas Takkas, das Ilhas Caimão.

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