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Sporting vence Benfica e vai à final da Taça de Honra de Lisboa

Sporting vence Benfica e vai à final da Taça de Honra de Lisboa

Um Sporting recheado de juventude apurou-se este sábado para a final da Taça de Honra de Lisboa de futebol, ao vencer o Benfica por 2-1, graças ao total aproveitamento dos lances de bola parada.

Harramiz, logo aos seis minutos, adiantou as "águias" no marcador, mas Nuno Reis, aos 34, e Fokobo, aos 51, operaram a reviravolta "leonina" e colocaram o Sporting na final do troféu, que vai disputar diante do Estoril-Praia, no domingo, às 21:15.

Já o Benfica tem encontro marcado com o Belenenses, às 18:30, para a discussão do terceiro e quarto lugares da prova, que decorre no Estádio António Coimbra da Mota.

O primeiro dérbi da época teve, desde logo, duas equipas privadas dos seus principais elementos, sendo que o Sporting se apresentou com um "onze" baseado na equipa B - técnico incluído -- e no qual Jeffrén era o único "intruso" entre a juventude.

Por outro lado, a equipa titular do Benfica teve apenas um elemento da formação secundária, Harramiz, contando ainda contado com a presença dos reforços Sílvio e Mitrovic, além de Rodrigo, Melgarejo e Ola John, que tiveram direito aos primeiros minutos na nova época, depois de se terem apresentado mais tarde ao trabalho.

De resto, seria o próprio Harramiz a inaugurar o marcador, ainda no "amanhecer" do encontro, num lance algo confuso, que se iniciou com um cruzamento de Urreta e foi encontrar Ola John ao segundo poste, antes de o avançado são-tomense colocá-la no fundo da baliza de Luis Ribeiro.

No entanto, os jovens "leões" não se deixaram abalar pelo tento sofrido e responderam de forma clara, aproveitando não só as facilidades concedidas pelo meio-campo "encarnado", como a também apatia generalizada do adversário.

Apesar das pouquíssimas ocasiões de golo criadas pelos dois conjuntos, o Sporting chegaria à igualdade, à entrada para os últimos 10 minutos do primeiro tempo, através de um cabeceamento portentoso de Nuno Reis, que respondeu da melhor forma ao canto apontado por João Mário.

E seria praticamente a "papel químico" do primeiro golo que o conjunto de Alvalade operava a "cambalhota" no marcador, desta vez por intermédio de Fokobo, que subiu mais alto que toda a gente e bateu Paulo Lopes, colocando a "nu" as fragilidades benfiquistas nos lances de bola durante a pré-época.

Com o Benfica há muito "desaparecido" do encontro, e reduzido a dez elementos, por expulsão de Sílvio, o hispano-brasileiro Rodrigo viria a ter nos pés soberana ocasião para repor a igualdade, mas Luis Ribeiro revelou-se decisivo na manutenção da vantagem "leonina", naquele que foi o "canto do cisne" do jogo, que, até final, se foi desenrolando sem grandes motivos de interesse.

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