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Sporting vence na Polónia mas é eliminado na Liga Europeia

Sporting vence na Polónia mas é eliminado na Liga Europeia

O Sporting venceu (28-25), esta terça-feira, os polacos do Wisla Plock em jogo da segunda mão dos oitavos de final da Liga Europeia. Um resultado que foi insuficiente para chegar aos quartos.

Depois da derrota (29-25) a 23 de março apenas a vitória de pelo menos cinco golos de vantagem permitia ao Sporting continuar em prova.

O jogo de Lisboa tinha mostrado que os polacos até eram um adversário difícil, sobretudo pela facilidade no remate de nove metros e pela qualidade do guarda-redes Morawsky. Difícil, mas não intransponível.

O Sporting teve por duas ocasiões a eliminatória na mão - 10-5, na primeira parte, e 17-12, na segunda -, mas do outro lado encontrou uma equipa calculista, que jogou com a almofada de quatro golos alcançada em Lisboa e com o passar do cronómetro.

Com um início de jogo muito dividido, era evidente a dificuldade dos 'leões' em jogar em ataque organizado, preferindo, e sendo mais eficaz, no contra-ataque, com Arnaud Bingo a evidenciar-se com um 'bis' nos primeiros cinco minutos.

Se o francês estava de mão quente e a ser influente nas manobras ofensivas, o guarda-redes Skok estava a ser determinante ao conseguir defender os remates do Wisla Plock.

Aos 17 minutos, o Sporting passou para a frente a eliminatória (10-5), com o golo de Schongarth, o que obrigou o treinador Xavi Sabate a pedir um time-out para arrumar a equipa polaca.

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O Sporting pareceu deslumbrar-se com o resultado, falhou quatro ataques seguidos o que permitiu que o Wisla Plock reduzisse para 10-8, aos 23 minutos.

Os dois golos de vantagem ao intervalo (14-12) davam esperança ao Sporting para a segunda parte e com uma entrada de leão Schongarth, Andrejew e Carlos Ruesga colocaram a equipa lusa a vencer, novamente, por cinco golos (17-12), complicando as contas dos polacos.

Foi necessário esperar oito minutos, na segunda parte, para que Wisla conseguisse marcar (Steal fez o 13-17). A apostar no ataque organizado, o que tornava o jogo mais lento, os polacos procuravam ter o domínio da bola, sempre que o marcador tinha menos três golos de desvantagem, sinal de que estavam a controlar a eliminatória.

Se de um lado Skok ia fazendo a diferença, não é menos verdade que do outro o guarda-redes Morawsky ia dificultando a tarefa ao Sporting, que a quatro minutos do final continuava a ganhar por três golos (27-24).

O jogo entrou numa fase crucial para as aspirações leoninas, Francisco Tavares fez o 28-24, aos 58, Salvador Salvador claudicou, no ataque seguinte, não conseguiu marcar e Krajewski reduziu para 25-28, a 42 segundos do apito final.

No último ataque, o Sporting falhou o passe para a ponta esquerda e entregou a bola a Daszek, inviabilizando assim o último remate que poderia ditar a igualdade na eliminatória.

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