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Sueco Andreas Ekberg apita o Marselha-F. C. Porto

Sueco Andreas Ekberg apita o Marselha-F. C. Porto

A UEFA nomeou o árbitro sueco Andreas Ekberg para dirigir o encontro Marselha-F. C. Porto, que se realiza quarta-feira, dia 25, da quarta jornada do Grupo C da Liga dos Campeões. Um novo triunfo frente à equipa orientada por André Villas-Boas - derrotada por 3-0 no Dragão - poderá deixar os campeões nacionais a um ponto de garantirem o apuramento para os oitavos de final. Para isso, basta que o Manchester City ganhe ao Olympiacos, na Grécia.

Andreas Ekberg, de 35 anos e internacional desde 2013, volta, assim, a apitar um jogo de uma equipa portuguesa em 2020, ele que em fevereiro passado esteve na derrota caseira do Braga com o Rangers (0-1), na segunda mão dos 16 avos de final da Liga Europa, que confirmou a eliminação dos minhotos, os quais haviam já perdido (3-2) na Escócia. Em Marselha, o sueco terá como assistentes os compatriotas Mehmet Culum e Stefan Hallberg,.

O F. C. Porto partirá para a quarta jornada da Champions no segundo lugar do Grupo C, com seis pontos, menos três que o líder Manchester City, o qual assegurará de imediato o apuramento para a fase seguinte se ganhar, na Grécia, ao Olympiacos, treinado por Pedro Martins. Um triunfo da equipa de Bernardo Silva, Rúben Dias e João Cancelo beneficiará sempre o F. C. Porto, que segurará o segundo lugar, independentemente do que fizer em Marselha.

Se o conjunto de Sérgio Conceição ganhar ao de Villas-Boas, então ficará em excelente situação para atingir os oitavos de final, pois partirá para as duas últimas jornadas com seis pontos de vantagem sobre o terceiro classificado, que continuará a ser o Olympiacos. Neste cenário, um empate na quinta jornada, na qual recebe o Manchester City, qualifica automaticamente o F. C. Porto. Se perder com os ingleses e os gregos ganharem no terreno do Marselha, o destino do campeão português decidir-se-á na visita ao campeão da Grécia. E, como ganhou (2-0) no Dragão, o F. C. Porto até pode seguir em frente mesmo perdendo em Atenas, desde que a derrota seja pela margem mínima.

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