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Vercauteren não vai promover revolução no onze

Vercauteren não vai promover revolução no onze

Franky Vercauteren assumiu, este sábado, na antevisão da partida ante o V. Setúbal, no domingo, que não vai operar uma revolução na equipa inicial. O técnico espera, no seu jogo de estreia, que os leões apresentem já melhorias em três aspetos: físico, tático e mental.

O técnico confessa que vai manter a base com que trabalhou Oceano nos últimso encontros, admitindo uma ou outra mudança. "Não creio que seja possível revolucionar, senão iria colocar em causa o trabalho dos anteriores técnicos. Manteremos 80 a 90% da linha. Não creio que seja necessário, há muitos jogos para mudar, em função da frescura e qualidade dos jogadores. Mudanças sim, e pode haver diferença entre amanhã, Genk e Braga. Não estou aqui para mudar tudo", afirmou.

Frisando que o que interessa é o caminho que vai levar o conjunto verde e branco a entrar no trilho das vitórias, o belga não negligencia um resultado positivo ante o Setúbal, até porque reconhece que é o que a equipa precisa neste momento. "A equipa está bem, precisa de um empurrão, mas isso só ganhando. Devemos ter confiança., ser positivos e não ficar no passado. Amanhã entraremos a reter o que foi de bom. A equipa esteve disponível e muito aberta esta semana. O jogo será difícil e há aspetos a melhorar", frisou.

No final de uma semana ainda incompleta de trabalho, o técnico enfrenta a primeira prova ante o Setúbal, adversário que admite conhecer pouco. Por isso, na preparação do encontro, delegou tarefas. "Tenho gente que conhece o adversário, há analistas, relatórios, vi jogos do ano passado em que perdemos, há que delegar, distribuir responsabilidade. Temos todo o respeito pelo Setúbal, mas tenho de me ocupar da minha equipa para já. Mas é em nós que nos concentramos", explicou.

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