Venezuela, Colômbia, Estados Unidos da América ou Angola. Metade do pelotão da 83.ª Volta a Portugal é composto por equipas estrangeiras que cruzaram o Atlântico para tirar partido do palco mediático da maior competição lusa.

Ciclismo

Equipas estrangeiras cruzam o Atlântico para participar na Volta a Portugal

Equipas estrangeiras cruzam o Atlântico para participar na Volta a Portugal

Depois de ter trazido os ritmos quentes e animados de África em 2019, a BAI-Sicasal-Petro de Luanda regressou este ano a Portugal. A equipa comandada por Carlos Araújo teve muitas dificuldades em conseguir os vistos para os corredores, mas alinhou no pelotão da Volta, que este ano tem nove equipas estrangeiras.

"Só o facto de conseguirmos estar aqui, para nós é uma vitória". O diretor desportivo afirma que a visibilidade que é dada à competição é um dos principais motivos que levou a equipa de Angola a regressar.

Pela mesma razão, da Venezuela viajou a Java-Kiwi-Atlantico. Xavier Canellas conta que no país onde corre, o ciclismo é mais amador e não tem o mediatismo português.

Dos Estados Unidos da América chegou a Wildlife-Generation, liderada por uma mulher. Apaixonada pela vida selvagem e pelo ciclismo, Leah Sturgis fundou a equipa para dar voz à causa que defende. Além disso, também desenhou os equipamentos, com um padrão animal, que de acordo com Jonathan Clarke, têm sido um sucesso.

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