Nesta coleção "sem preconceitos", de João Laranjo, um amante de futebol, cabe qualquer tipo de peça, mesmo que seja de rivais do seu clube, o F. C. Porto. "O que me oferecem aceito sempre de bom grado", diz.

Coleção

No "templo" de João Laranjo cabem já 360 camisolas de jogadores de futebol

No "templo" de João Laranjo cabem já 360 camisolas de jogadores de futebol

A criação de um espaço, na garagem da sua residência, em Vila do Conde, surgiu da necessidade de ter um local, "digno de um colecionador a sério", onde conseguisse expor todo o acervo de camisolas que tem vindo a juntar ao longo dos últimos três anos.

A "brincadeirazinha" começou a tornar-se em "algo mais sério" em 2018 quando veio de lua de mel, na Tunísia. "Na altura, tinha comprado lá quatro ou cinco camisolas e publiquei nas redes sociais, identificando um amigo. E ele depois desafiou-me para eu começar a partilhar todas as que tinha até então, cerca de 20 a 30, e foi assim que comecei a colecionar, que me começaram a dar", explica o auxiliar de ação médica.

Atualmente, são já 360, de clubes portugueses da primeira e segunda divisão, de seleções, clubes internacionais e até amadores, "aqui da zona da Póvoa de Varzim e de Vila do Conde". Algumas foram ofertas de jogadores, outras cedidas numa lógica de "passa-palavra" entre as pessoas.

Para atingir o marco das três centenas de peças, João Laranjo demorou cerca de três meses. "Agora, num espaço de três semanas, consegui mais 60", afirma.

Mas há uma que João Laranjo não tem e "queria muito" juntar à sua longa coleção. Trata-se da camisola do jogador Stephen Eustáquio, do Paços de Ferreira, de quem é um "grande fã".

"Já tentei via Instagram e Facebook falar com várias pessoas ligadas ao futebol, até ali daquela zona, e ninguém me consegue aceder a esse pedido. Deve ser uma camisola muito complicada de arranjar", finaliza, entre risos.

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