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Vieira chora com Cristina e promete novidades sobre treinador para a semana

Vieira chora com Cristina e promete novidades sobre treinador para a semana

O presidente do Benfica, Luís Filipe Vieira, marcou presença na estreia d' "O Programa da Cristina", na SIC. Falou sobre a vida pessoal e abordou a atualidade do Benfica.

"A minha vida não anda para trás", respondeu Vieira a Cristina Ferreira, quando a apresentadora questionou o líder da Luz sobre o que sentiu quando viu o Benfica a perder por 0-2 frente ao Rio Ave. Jogo que os encarnados acabaram por vencer por 4-2, no domingo.

Vieira explicou que nunca tinha sonhado ser presidente do Benfica. "Mas nasci benfiquista e fui muitas vezes ao Estádio da Luz", disse.

Sobre a saída de Rui Vitória, explicou que foi o treinador que colocou o lugar à disposição. "Os benfiquistas ainda vão sentir muitas saudades dele. Foi tudo muito pacifico", disse. Sobre o futuro do banco do Benfica, disse que as novidades vão ser dadas na próxima semana. O líder dos encarnados não fechou a porta ao regresso de Jesus à Luz.

Um dos nomes falados para o banco do Benfica é Mourinho. E o presidente encarnado assumiu: "Quem é que não gostava de ter o Mourinho? Se ele disse amanhã que sim, vem logo". Questionado sobre o elevado salário do treinador que já passou pelo Benfica, respondeu: "O dinheiro não é problema para o Benfica neste momento".

"Na última década, o Benfica ganhou sempre. Mas há alturas na vida que temos que dar um passo atrás", reagiu quando confrontado sobre a época menos conseguida do Benfica. Sobre a continuidade do clube, reforçou a ideia de que se vai recandidatar mais uma vez à presidência dos encarnados. "Quando sair, as obras já estão feitas. O que faz falta é o espaço para as modalidades amadoras", explicou.

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Recordação do pai em momento emocionante

O presidente do Benfica falou ainda da vida pessoal, emocionando-se de uma forma particular quando falou do pai, pedindo em lágrimas à apresentadora para mudar de assunto. O líder dos encarnados admitiu que "nunca foi bom a estudar", deixando os estudos logo depois de "concluir a quarta classe". "Comecei a trabalhar numa empresa de bicicletas. Não tinha sonhos", disse.

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