Boavista

Vítor Murta abraça novo mandato com "sonho" de ter pavilhão

Vítor Murta abraça novo mandato com "sonho" de ter pavilhão

O dirigente foi reeleito como presidente dos axadrezados para novo mandato de três anos, após um ato eleitoral com lista única, e projetou objetivos de estabilidade para a sua vigência.

Como natural vencedor de umas eleições em que não teve concorrentes, Vítor Murta foi reconduzido na presidência do Boavista até 2025 para dar sequência a um "trabalho que ainda não está concluído", traçando a estabilidade de clube com principal prioridade, mas não se desviando de objetivos mais ambiciosos.

"Temos o sonho de ter um pavilhão. Não será algo para os próximos tempos, porque as dificuldades ainda são muitas, mas gostava de terminar o meu ciclo no Boavista com a primeira pedra desse equipamento lançada", partilhou o dirigente.

O líder dos axadrezados partilhou que o espaço para a construção do novo pavilhão "está projetado para junto ao campo relvado construído na parte e atrás do estádio", mas não balizou um espaço temporal para o arranque das obras.

"Não podemos tomar decisões em que o passo seja maior que a perna, porque ainda estamos a pagar essa fatura do passado. Quando os adeptos olham para o Boavista querem saber os resultados desportivos, mas há mais que isso. Neste momento, não temos receitas no clube e na SAD para sermos autossustentáveis sem apoio do nosso investidor", desabafou Vítor Murta.

O presidente do emblema portuense lembrou que sem o apoio de Gérard Lopez [o investidor da SAD] "seria muito difícil o Boavista ter a porta aberta", partilhando que "ainda há muitas dívidas para serem pagas".

"Tenho uma relação de muita proximidade com o Gerárd, e sei que ele gosta do Boavista e quer que seja um clube grande. Sinto que a continuidade desta direção será mais fácil, e em conjunto resolvermos os problemas", partilhou.

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Vítor Murta mostrou-se satisfeito por no último mandato o Boavista ter conseguido "construir um campo relvado para a equipa treinar, criar a casa dos sócios, fazer obras no lar dos atletas, criamos balneários para a formação, e um restaurante para servir refeições aos jogadores", e partilhou para curto prazo a conclusão de "um relvado sintético para a formação".

Questionado sobre o facto de não haver mais candidatos à presidência do clube, o líder reeleito considerou natural, dados os problemas financeiros que o Boavista ainda tem de resolver.

"Gostaria que houvesse muitos candidatos e que apresentassem uma solução e resolvesse os problemas. Neste momento, quem está no exterior pode ter receio de pegar no barco, e outros podem achar que o clube está bem entregue", concluiu.

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