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A paixão que fez renascer as velhinhas marcas do Norte

A paixão que fez renascer as velhinhas marcas do Norte

Produtos que marcaram gerações reapareceram como ícones e, depois da decadência, reergueram-se em força.

Várias foram as gerações que cresceram com sapatilhas Sanjo nos pés e, pela década de 1980, com o icónico saco de desporto da Mike Davis ao ombro. Escreveram, desenharam e coloriram com o resistente material da Molin, ouviram cassetes gravadas na Edisco e, em casa, tinham sabonetes da Ach Brito e a assinatura da Valadares nas louças sanitárias. Fundadas no Norte, são marcas míticas que souberam reerguer-se após o declínio.

Todos pareciam nomes imortais, como as réguas inquebráveis ou as esferográficas e os marcadores - chegaram a ser 100 cores - lançados pela empresa que Mário Lino fundou em 1948, em Gaia. Mas foram definhando (alguns saíram do mercado, como a Sanjo e a Molin, finada em 2001).

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