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Arrendamento acessível não chega a todos os bolsos

Arrendamento acessível não chega a todos os bolsos

Máximo de renda permitida condiciona mais as famílias com baixos rendimentos. Arrendar no centro das cidades continua a ser caro.

Nem os programas de arrendamento a custos acessíveis conseguem criar respostas habitacionais a "preços compatíveis" com os rendimentos de todas as famílias. Aquelas com salários mais baixos poderão nem sequer conseguir candidatar-se. Isto porque o valor da renda nunca poderá ultrapassar metade do rendimento mensal bruto do agregado. A par disso, a localização das casas continua a ter muito peso no que toca ao valor das rendas.

Entre Porto, Matosinhos e Gaia, a renda de um T0 ou T1 pode ir dos 120 aos 480 euros mensais, um T2 fica entre os 250 e os 780 euros e um T3 ou superior pode custar desde 300 até 950 euros por mês. Destes três concelhos, é Gaia que oferece os preços mais baixos, mas todos têm projetos de construção de casas a colocar em regime de arrendamento acessível.

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