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Associação Comercial de Guimarães fecha portas por dívidas

Associação Comercial de Guimarães fecha portas por dívidas

A atividade da Associação Comercial e Industrial de Guimarães (ACIG) está suspensa e as portas da sede foram fechadas, na sequência das rescisões de contratos de dez funcionários da centenária instituição vimaranense.

A ACIG tinha até ao final de julho para receber apoios financeiros de mecenas ou associados, mas tal não aconteceu, o que impossibilitou o pagamento dos salários que estão em atraso desde fevereiro deste ano.

A direção liderada por Filipe Vilas Boas, que herdou as dívidas e está a tentar encontrar soluções para o problema, foi transparente na relação com os funcionários e comunicou-lhes que a salvação da ACIG estava na obtenção de apoios e na venda do edifício. Gorada a ajuda externa, os dez funcionários rescindiram contratos "na salvaguarda dos seus direitos, com conhecimento e reconhecimento da direção", explicou Filipe Vilas Boas, presidente da ACIG. Recorde-se que a ACIG acumulou dívidas superiores a dois milhões de euros ao longo de vários anos e as instituições bancárias, para além de cortarem o financiamento, também começaram a exigir o pagamento dos empréstimos anteriormente concedidos.

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