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BPI terminou 2016 com menos 392 trabalhadores em Portugal

BPI terminou 2016 com menos 392 trabalhadores em Portugal

O BPI fechou o ano de 2016 com menos 392 trabalhadores em Portugal do que aqueles que tinha no final de 2015, segundo as contas do banco relativas ao ano passado divulgadas na quinta-feira.

Assim, segundo a instituição, no final de dezembro, o banco tinha 5507 trabalhadores em Portugal, número que "exclui trabalho temporário".

Já em termos de rede comercial, o BPI tinha, no final de 2016, 545 agências, o que significa que fechou 52 unidades comerciais ao longo do ano.

Em termos de custos, o BPI gastou com pessoal 289,4 milhões de euros, menos 1,5% face a 2015.

Contudo, este valor não inclui os custos que o banco teve com reformas antecipadas, de 59,7 milhões de euros, mas também não se incluem aqui as poupanças decorrentes da revisão do Acordo Coletivo de Trabalho do setor bancário, que estima em 42,9 milhões de euros.

O emagrecimento de estruturas tem sido comum aos principais bancos que operam em Portugal, numa tentativa de melhorarem os seus resultados.

No total da atividade doméstica e internacional, o Grupo BPI tinha, no final de 2016, 8157 trabalhadores, menos 372 funcionários, o que significa que na atividade fora de Portugal o banco até contratou 20 pessoas em termos líquidos.

O Grupo BPI divulgou hoje lucros de 313,2 milhões de euros relativos em 2016, mais 32,5% do que em 2015.

Para estes resultados contribuiu a atividade internacional com 166,3 milhões de euros, mais 16% face ao ano anterior, o que se deve sobretudo à operação angolana, onde o BPI tinha em 2016 a maioria do capital do Banco de Fomento de Angola (BFA).

Entretanto, já em janeiro, a participação do BPI no BFA foi reduzida para 48,1%, tendo a Unitel agora a maioria do banco.

Já a atividade em Portugal deu um lucro líquido ao BPI de 147 milhões o ano passado, um aumento de 58% em termos homólogos.

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