Iniciativa

António Alves: "Juntamos o mérito e a possibilidade de ajudar alguém"

António Alves: "Juntamos o mérito e a possibilidade de ajudar alguém"

Diretor-geral da Opticalia alerta para a importância de se ver bem e para o efeito dos computados e tablets no futuro.

O quarto ano de parceria com o JN está prestes a começar e a Opticalia não poderia estar mais agradada com os resultados obtidos. "É um balanço positivo, estamos muito satisfeitos, porque juntamos o mérito e a possibilidade de ajudar alguém a iniciar o ano escolar melhor. É essa a nossa razão para continuar", afirma António Alves, diretor-geral da empresa ótica em Portugal, avançando que "esta iniciativa também alerta os pais para a necessidade de fazerem exames visuais às crianças".

"Independentemente de haver esse prémio ou não, é algo que os encarregados de educação devem ter em atenção. Um dos sentidos principais é a visão e quando as crianças se queixam de dores de cabeça ou não estão atentas nas aulas, muitas vezes é porque não veem bem ou não estão com a graduação correta", salienta o responsável pela Opticalia, lamentando que os pais optem pelo "princípio da negação" e só quando confrontados pelo professor "é que acabam por cair na realidade".

O diretor-geral alerta, ainda, para os efeitos futuros que o uso excessivo de computadores, tablets e telemóveis pode causar ao nível da visão. "Cada vez mais a criança esforça a visão e isso está-se a notar e até já é alvo de estudos. As próximas gerações vão desenvolver muito mais a miopia, pois esforçam muito o ver ao perto. O olho não está habituado e as pessoas, precocemente, vão começar a ver pior ao perto", refere António Alves, recordando que "antigamente as crianças iam muito para a rua brincar e isso privilegiava a visão ao longe".

"Hoje em dia como estão agarrados ao computador e aos jogos de consola, estão sempre a forçar a visão de perto. Antes era entre os 40 e os 45 anos que as pessoas começavam a ver mal ao perto e a ter dificuldades em focar ao longe. Com os hábitos atuais, haverá pessoas na casa dos 30 anos que já começam a ter dificuldades na visão ao perto, porque estão sempre a esforçá-la", finaliza o diretor-geral da Opticalia.

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