Economia

CGD vai reduzir trabalhadores este ano, mas sem "política de despedimentos agressiva"

CGD vai reduzir trabalhadores este ano, mas sem "política de despedimentos agressiva"

Mais de 100 trabalhadores saíram da CGD em 2012, disse, esta sexta-feira, o seu presidente, José de Matos, adiantando que o banco público quer continuar a reduzir pessoal este ano mas sem recorrer a uma "política de despedimentos agressiva".

"Não estamos a contar fazer despedimentos. A estrutura de trabalhadores da Caixa permite ter uma evolução suave de trabalhadores ativos da Caixa Geral de Depósitos sem uma política de despedimentos agressiva", disse hoje o presidente do banco público na apresentação das contas de 2012, ano em que o grupo registou prejuízos de 394,7 milhões de euros.

Segundo José de Matos, o emagrecimento nos recursos humanos será feito através de saídas naturais (reformas ou rescisões), ao mesmo tempo que o banco será criterioso nas contratações.

Em 2012, foram 105 os trabalhadores que saíram da Caixa Geral de Depósitos (CGD) em Portugal, que tinha no final de 2012 9.404 pessoas. Já no exterior, as saídas foram superiores, de 226 pessoas, para que contribuiu a reestruturação que a CGD está a fazer na operação em Espanha.

No total, a CGD tinha a 31 de dezembro de 2012 22.874 trabalhadores, menos 331 do que há um ano atrás.