OE2022

Construção de quatro hospitais até 2023

Construção de quatro hospitais até 2023

O Governo prevê iniciar a construção dos novos hospitais Lisboa Oriental, Seixal, Sintra e Alentejo até 2023, assim como dar continuidade no próximo ano aos "trabalhos necessários à concretização" do investimento no Hospital de Setúbal.

"Até 2023, iniciar-se-á a construção de novos hospitais centrais ou de proximidade, designadamente Lisboa Oriental, Seixal, Sintra ou Alentejo que se encontra em diferentes fases de maturação", adianta o relatório da proposta de Orçamento de Estado para 2022 entregue na segunda-feira na Assembleia da República.

O Governo quer ainda avançar em 2022, de forma gradual, com a prometida exclusividade para os médicos e pretende criar um regime excecional de prestação de trabalho suplementar para pagar aos médicos que trabalham na urgência, de forma a substituir as empresas de trabalho temporário e acabar com as subcontratações.

Segundo o documento, no próximo ano, o Ministério liderado por Marta Temido pretende dar "continuidade aos trabalhos necessários à concretização de diversos outros investimentos, atualmente em desenvolvimento", como é o caso do Hospital de São Bernardo do Centro Hospitalar de Setúbal, onde recentemente um grupo 87 médicos com funções de diretores e coordenadores de serviços pediu a demissão.

Além deste, está previsto prosseguir no próximo ano os procedimentos para a requalificação do Centro Hospitalar Póvoa do Varzim/Vila do Conde, construção do Centro de Ambulatório de Radioterapia do Centro Hospitalar de Tondela-Viseu, requalificação para o novo Departamento da Mulher e da Criança da Unidade Local de Saúde da Guarda, edificação do novo Departamento Materno Fetal do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra e a ampliação do Instituto Português de Oncologia de Lisboa.

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Em 2022 "dar-se-á continuidade ao Programa de Investimentos na Área da Saúde (PIAS), que inclui projetos de recuperação e melhoria das infraestruturas e equipamentos do setor da saúde", adianta o documento, que considera ainda uma "prioridade" o investimento relacionado com a eficiência energética dos edifícios do SNS e os consequentes impactos na redução dos consumos energéticos e dos correspondentes encargos.

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