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Desemprego recua para 7,1% em novembro

Desemprego recua para 7,1% em novembro

A taxa de desemprego recuou em novembro para os 7,1%, menos 0,4 pontos percentuais do que em outubro, mas mais 0,4 pontos percentuais do que no mesmo mês de 2019, segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (INE).

De acordo com as estimativas mensais do desemprego, divulgadas esta sexta-feira, os dados provisórios apontam ainda para que a taxa de desemprego (segundo o conceito da Organização Internacional de Trabalho) tenha continuado a descer em dezembro em termos mensais para 6,5%, menos 0,6 pontos percentuais que no mês precedente e menos 0,2 pontos percentuais em termos homólogos.

A população desempregada diminuiu 4,7% em novembro em relação a outubro de 2020 para 368,9 mil pessoas, tendo aumentado 6,3% por comparação com novembro de 2019 (22 mil pessoas).

A taxa subutilização de trabalho - um indicador que agrega a população desempregada, o subemprego de trabalhadores a tempo parcial, os inativos à procura de emprego, mas não disponíveis, e os inativos disponíveis, mas que não procuram emprego - situou-se em 14%, menos 0,9 pontos percentuais do que no mês anterior e mais 1,5 pontos percentuais do que um ano antes.

Segundo o INE, a diminuição mensal da taxa de subutilização do trabalho neste mês resultou da redução de todos os grupos de indicadores que a compõem, com destaque para a diminuição da população desempregada (4,7%) e do subemprego de trabalhadores a tempo parcial (8,6%).

A população empregada aumentou 0,4%, a taxa de desemprego diminuiu 0,4 pontos percentuais.

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A população ativa manteve-se praticamente inalterada e a população inativa aumentou (3,4 mil).

"A quase manutenção da população ativa resultou do acréscimo da população empregada (18,6 mil) ter sido semelhante à diminuição da população desempregada (18,1 mil). Já o acréscimo da população inativa foi, essencialmente, explicado pelo aumento do número de inativos que não faziam parte da subutilização do trabalho, isto é, aqueles que não estavam disponíveis para trabalhar nem à procura de emprego (17,8 mil)", refere.

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