Oi

Zeinal Bava "disse tudo o que podia ter dito"

Zeinal Bava "disse tudo o que podia ter dito"

O antigo presidente executivo da Oi e da Portugal Telecom, Zeinal Bava, disse, esta quinta-feira, no Parlamento ter abordado tudo aquilo que podia ter abordado e que se lembrava, na comissão de inquérito BES/GES.

"Em sã consciência, disse tudo aquilo que podia ter dito", declarou Zeinal Bava, na sua intervenção final na comissão de inquérito.

O gestor começou a ser ouvido pelas 16 horas e a sua audição acabou pelas 22.10 horas, não tendo havido pausas, e foram recorrentes as críticas dos deputados dos vários partidos à forma evasiva como interveio na comissão de inquérito em boa parte das questões.

"Em momento algum quis ser intelectualmente deselegante. A humildade é algo que me caracteriza", vincou Zeinal Bava, advertindo que muita da informação que lhe foi perguntada dizia respeito a períodos em que já não estava nem na PT nem na Oi.

A comissão de inquérito teve a primeira audição a 17 de novembro passado e tinha inicialmente um prazo total de 120 dias, até 19 de fevereiro deste ano, mas foi prolongado por mais 60 dias.

A audição de Zeinal Bava foi a última desta semana, com os trabalhos a retomarem na quarta-feira com a presença no parlamento de Henrique Granadeiro, antigo presidente do conselho de administração da PT.

Os trabalhos dos parlamentares têm por objetivo "apurar as práticas da anterior gestão do BES, o papel dos auditores externos e as relações entre o BES e o conjunto de entidades integrantes do universo do GES, designadamente os métodos e veículos utilizados pelo BES para financiar essas entidades".

PUB

Mais Notícias

Outros Conteúdos GMG