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Ministro elogia empresas que fazem "acontecer o impossível"

Ministro elogia empresas que fazem "acontecer o impossível"

"Fazer acontecer o impossível foi o que as empresas exportadoras portuguesas fizeram na última década", disse o ministro da Economia.

Manuel Caldeira Cabral destacou o papel "crucial" das exportadoras no relançamento do crescimento económico, acrescentando que só nos dois primeiros meses de 2017 as vendas para o estrangeiro cresceram "13% em diferentes setores".

Traçando o percurso da economia nacional nos últimos anos, Caldeira Cabral reafirmou a importância das exportações na passagem de um défice acentuado para um saldo positivo, "que se reforçou no último ano".

O investimento e a modernização de setores tradicionais como o calçado e o têxtil, "dados como condenados" e que hoje criam novos empregos, foram destacados pelo governante, assim como os setores do software, química, engenharia ou mão de obra especializada, que não tinham expressão considerável e que hoje se destacam na área da exportação. O turismo, que tem registado um forte crescimento, foi apontado como um setor que soube "inovar", fundamental para a "afirmação de um Portugal moderno".

O Governo também aposta no incentivo à entrada das empresas no mercado internacional. O ministro avançou que o fim do IVA alfandegário vai entrar em vigor já em setembro, aliviando esse peso sobre o tecido empresarial. E que programas como o Capitalizar procuram "criar novas formas de financiamento e apoiar as instituições bancárias com a garantia de Estado", para que estas possam servir melhor as empresas.

No final da intervenção, o ministro da Economia elogiou a iniciativa do Santander Totta em atribuir a chancela Top Exporta: "penso que esta medida de dar mais créditos às empresas faz todo o sentido. Elas já provaram que são bem-sucedidas e que produzir a partir de Portugal para o mercado global é uma ideia de sucesso".

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