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Economia local perde fortunas sem festas do Carnaval

Economia local perde fortunas sem festas do Carnaval

Se, por um lado, o Carnaval é sinónimo de folia e diversão, por outro, costuma significar uma lufada de ar fresco nas contas da restauração, do comércio e do tecido empresarial dos concelhos onde mais se festeja.

Este ano, com o cancelamento dos corsos e de todas as atividades alusivas à época, o rombo na economia local, de cada município, ascende a verdadeiras fortunas. Só em Torres Vedras, são nove milhões de receitas que ficam por entrar. E em Ovar três milhões e meio.

A maior parte dos concelhos que atraem mais gente no Carnaval não possui estimativas do impacto que os festejos têm na economia. Sabe que o balanço é sempre positivo, que os restaurantes têm fila à porta nos dias dos corsos e que as cidades fervilham como nunca. Mas desconhece os números concretos. Uma das exceções é Torres Vedras. Um estudo orientado pelo Instituto Politécnico de Leiria apurou que, nos habituais cinco dias de festejos, são gerados nove milhões de euros em receitas na economia local.

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