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Empresas de Castelo Branco querem empregar mas não há mão de obra que chegue

Empresas de Castelo Branco querem empregar mas não há mão de obra que chegue

Associação Empresarial da Beira Baixa afirma que grave escassez poderá até colocar em causa a sobrevivência das empresas ali sediadas.

Existem empresas em Castelo Branco que querem contratar mas não aparecem interessados. É o caso da multinacional APTIV (Ex-Delphi), que se dedica à produção de cabos elétricos para automóveis. A unidade iniciou em 2020 um projeto de expansão na cidade, que incluiu a abertura de um terceiro pavilhão fabril, para a fabricação de cabos para carros e tratores elétricos.

Com mais de mil trabalhadores, a empresa vê-se obrigada a delinear e custear a viagem de pessoas, em autocarros, de outras regiões mais distantes, como Guarda ou Portalegre, para colmatar esta mão de obra na maior empregadora fabril do concelho. Segundo Francisco Matias, dirigente do Sindicato Nacional da Indústria e Energia, a APTIV realizou em junho 400 entrevistas para contratação de pessoal. Apenas seis aceitaram a oferta. O caminho para empregar cerca de 500 pessoas está assim a ser difícil.

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