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Empresas exportadoras do Norte reagem melhor à crise

Empresas exportadoras do Norte reagem melhor à crise

As empresas exportadoras do Norte conseguiram reagir melhor aos constrangimentos criados pela covid-19 e continuaram a vender, em 2020, com quebras abaixo da média nacional ou, em alguns casos, surpreendentes crescimentos. E há boas notícias para este ano, a nível de resiliência e risco de fracasso.

Só no Norte, mais de 16 mil empresas exportadoras estiveram expostas aos impactos do combate à covid-19 no ano passado. A maioria conseguiu reagir, reinventar-se, em alguns casos, e procurar novas rotas, noutros. Setores tradicionais, como o têxtil, deram a volta à quebra nas encomendas de moda e dedicaram-se às máscaras certificadas, aumentando o peso nas vendas para 18%. As tecnológicas deram resposta às necessidades de investimento no digital em todo o Mundo e ampliaram negócios com o estrangeiro (ler caixa).

"O Norte manteve um excedente comercial, que ascendeu a 4,5 mil milhões de euros em 2020, com uma taxa de cobertura de 128%, quando a média nacional é de 79,3%. Isto mostra onde se produz valor acrescentado e onde está a indústria", comentou Luís Miguel Ribeiro, presidente da Associação Empresarial de Portugal (ler mais ao lado).

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