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Festas e feiras de verão dão esperança após prejuízos de milhões

Festas e feiras de verão dão esperança após prejuízos de milhões

Com o fim das restrições, empresas de diversões e feirantes contam com ano excelente. Pirotécnicos temem proibições do Governo impostas na época de incêndios.

Não fossem as incertezas geradas pela guerra na Ucrânia, a próxima época de romarias, festas e feiras poderia, até, ser melhor do que antes da pandemia. Mesmo assim, as empresas que as animam e que resistiram à crise estão confiantes que 2022 vai ajudar a atenuar as quebras no negócio provocadas pela escassa atividade nos dois anos anteriores.

Lina Guedes, presidente da Associação Nacional de Empresas de Produtos Explosivos (ANEPE) diz que o prejuízo "supera os 20 milhões de euros", quase metade do volume de negócios do fabrico de pirotecnia e explosivos em Portugal. Carlos Macedo, presidente da Associação Portuguesa dos Industriais de Pirotecnia e Explosivos (APIPE), acrescenta-lhe as "empresas que encerraram", pois "foi muito difícil aguentar" nos dois anos de pandemia.

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