Economia

FMI pressionado a aliviar austeridade

FMI pressionado a aliviar austeridade

Austeridade excessiva pode ser contraproducente em países como Portugal, diz o FMI. Várias vozes da coligação governamental pedem agora ao FMI coerência entre o relatório e a atitude nas negociações.

O debate sobre o valor que Portugal devia pedir à troika como limite para défice público em 2014 já estava acesso, sobretudo depois de o líder socialista, António José Seguro, ter apontado aos 5%, um ponto percentual acima do negociado no âmbito da sétima avaliação ao Memorando de Entendimento. Mais défice no próximo ano poderia significar um alívio da austeridade, indo de encontro às recomendações presentes no relatório "Reavaliação do Papel e as Modalidades de Política Orçamental em Economias Avançadas". Este documento foi aprovado por altos quadros, mas não representa ainda a posição institucional do FMI. O estudo defende que cada país deve encontrar o seu ritmo de ajustamento e que devem ser evitados cortes e medidas bruscas nos programas.

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